Atualmente a criação de conteúdo e de dados que são gerados e distribuídos pela internet supera em muito nossa capacidade de conhece-los e analisa-los. Geramos muitos mais dados do que podemos aproveitar e pouco aprendemos com eles. De acordo com estudos, apenas 0,5% de todos os dados do mundo são analisados. Ou seja, é extremamente necessário selecionar o que se lê, ouve e assisti, caso contrário ficaremos perdidos, estressados e doente. Sugiro uma dieta da informação para uma vida mais saudável.

Mecanismos de comunicação criados para melhor e agilizar nosso relacionamento com os outros atualmente nos consomem muito tempo, como é o caso dos e-mails, do WhatsApp e das redes sociais. Precisamos fazer uma dieta de informação, eliminando tudo que for dispensável e permanecendo apenas com aquilo que for essencial. É surpreendente como precisamos de bem menos do que temos e que não fará falta. Não é fácil ter esse desapego, porque informação vicia imagine passar alguns dias sem e-mail, WhatsApp e redes sociais…. Parece impossível, mas não é. Tente dedicar um dia por semana para não acessar esses meios. E não se preocupe, se algo for realmente importante ligarão para você.

 

Necessitamos nos desligar por algum tempo das conexões sociais digitais e vivermos o que realmente é importante, presencialmente com as pessoas, com a família e consigo mesmo.

 

Organizando as informações

Organizar informações começa na seleção de quais delas são importantes, quais delas são prioritárias para aquele momento. A grande oferta de informações gratuitas ou por pequenos valores nos transformaram em grandes acumuladores. Com conteúdo que pouco são analisados e colocados na prática. Estamos tendo uma overdose de informações diariamente!

Organização aumenta a produtividade, economiza tempo e nos proporciona viver o que realmente é importante.

A automação nos dias de hoje proporciona uma redução expressiva de nossas ações, produtividade e economia de tempo e dinheiro. Mas se não formos organizados de nada vai adiantar. A tecnologia realmente funciona aliada ao planejamento e a organização.  Executar várias tarefas em nosso computador sem um planejamento sistemático pode trazer uma grande perda de tempo e nervosismo ao não achar os arquivos e informações que precisamos no momento

Automação sem organização é o caos

Há pessoas que se dizem organizada no caos. Afirmam que o caos traz a criatividade que necessitam. Eu particularmente não acredito. Penso que se essas pessoas tentassem ser criativas em um ambiente organizado, suas mentes poderiam “viajar” mais longe, sem empecilhos. De qualquer forma, a organização é essencial para profissionais que desejam aumentar sua produtividade e ter mais tempo para sua vida pessoal.

Sempre temos a possibilidade de analisar o que fazemos e ter uma organização mais inteligente para trabalhar. Atualmente muitas atividades mecânicas podem ser substituídas pela automação, proporcionando mais tempo para desenvolvimento de nossos talentos e conhecimento. De acordo com estudos 51% dos profissionais, gastam mais de 1 hora diária localizando informações. Temos que permanentemente pensar em organizar nosso trabalho de forma sistemática, utilizando-se das tecnologias que estão sendo oferecidas.

Com a enxurrada de informações gratuitas e baratas que nos são oferecidas diariamente, aliada a uma crescente ansiedade de obter mais conhecimento por medo de ficar desatualizado, faz com que prestemos muita atenção há uma possível nova patologia moderna. A necessária seleção de informações e a disciplina em saber determinar períodos de descanso, tornam-se essenciais para uma vida saudável, sem estresse.

 

A dieta da informação em nosso íntimo

Mesmo quando estamos sem nos atualizar com novas informações, nossa mente insiste em continuar pensando nas informações anteriores, em resolução de problemas e numa enorme gama de besteiras. Nossa mente está cheia de lixos mentais que adquirimos em nosso dia a dia, tanto nos meios digitais como físicos.

Além dessa enxurrada incessante de informações causar estresse, os pensamentos negativos, pessimistas, de vingança e outros, criam uma psicosfera em nosso redor nada promissora, além de ter consequências em nosso corpo na forma de doenças.

Dessa forma a dieta da informação também se dá em nosso íntimo, através de uma prática de não cultivar pensamentos negativos e ainda possuir uma disciplina de parar os pensamentos desnecessários, que não servem para nada, que não são para aquele momento.

Você perceberá que a maioria de nossos pensamentos são supérfluos, que não necessitamos para aquele momento. Uma boa disciplina através de análise dos pensamentos fara você perceber isso, abrindo espaço para momentos relaxantes e aumentando a produtividade com pensamentos que realmente são importantes.

 

Dicas resumidas:

  • Selecione as informações que entrarão em sua mente
  • Não desperdice seu tempo com informações que não são relevantes para você
  • Estabeleça tempos determinados para acessar as redes sociais, email e WhatsApp
  • Pare de olhar as redes sociais e os canais de comunicação pelo menos 1 horas antes de dormir
  • Fique um dia da semana sem acessar as redes sociais e os canais de comunicação

Porque vivemos? Essa é uma das questões mais enigmáticas e profundas da humanidade. Questionada desde que o homem tomou consciência de sua vida a milhares de anos atrás. Todos possuem uma resposta, por mais nebulosa ou confusa que ela seja em nossa mente. Porque essa resposta é a “visão” da vida, é como se encara a existência. A Visão da vida influencia todas as nossas ações e reações. Influencia os pensamentos, as relações com o outro, o trabalho, enfim, tudo na vida.

A visão da vida é muito distinta de pessoa para pessoa. Leva em conta seus valores, suas crenças, seu grau evolutivo. Se perguntarmos para uma pessoa “porque ela vive? ” e ela responder que é para ter sucesso profissional, ganhar muito dinheiro, sustentar a família e depois quando tudo acaba com a morte, deixar muitos bens para os filhos; a visão da vida será muito diferente de uma pessoa que se responder que viver é ajudar a construir um mundo melhor, auxiliando os outros e a família, em busca da evolução espiritual junto a Deus.

A visão de vida de uma e de outra é completamente diferente e suas ações e decisões diárias também serão. De um lado temos uma pessoa materialista, que não acredita em Deus e acha que tudo acaba depois da morte. O motivo de sua vida é crescer materialmente e proporcionar isso a sua família. Por outro lado, temos uma pessoa voltada para o espiritual, que percebe e sente as dores do ser humano.

Em toda a nossa história o homem tentou responder essa pergunta utilizando-se da religião, da ciência e da filosofia. No entanto, essas áreas sempre caminharam muito distantes uma das outras, fazendo que as pessoas tivessem que escolher e tomar partido de apenas uma delas. Ou você era cientista, ou religioso ou humanista. Ou era materialista ou espiritualista.

Felizmente atualmente com o avanço da ciência começa-se a provar há vida após a morte, e que por consequência, que existe algo além do corpo; que existe uma inteligência eternas e imutáveis no universo, chamada de Deus. Por outro lado, as religiões começam a desarmar seus domas de dominação, transformando o amor ao próximo seu objetivo maior. E a filosofia une de forma holística todos esses conhecimentos.

Hoje ciência e espiritualidade caminham juntas na medicina, física, psicologia e outras áreas. Estamos chegando em um momento de união, podemos acreditar em Deus e na ciência. O Homem pode ser espiritual e utilizar-se do material para seu melhoramento e conforto.

Todo mundo um dia pensa em mudar de área de atuação, de emprego, de empresa. E não é somente uma vez na vida, para algumas pessoas são várias vezes, dezenas de vezes. O que é muito natural e saudável. Querer mudar para melhorar, para ganhar mais, para realizar sonhos é maravilhoso. Até porque não existe nenhum lugar ou empresa perfeitos. Simplesmente não existe. E todos, sejam empregados, colaboradores, chefes e diretores, um dia vão querer mudar suas vidas.

Mudar é maravilhoso, viver novas experiências, conhecer novas pessoas, buscar concretizar uma ideia. Existem muitas histórias de sucesso profissional a partir de mudanças, algumas radicais. Mas existem também histórias de decepção e fracasso. Como avaliar se a mudança será positiva ou não?

Há vários métodos, mas gosto de utilizar um bem simples: analisar a situação em duas áreas, a emocional e a racional.

Na emocional temos que levar em conta nossa personalidade, se mais cômoda ou se mais proativa, mais conservadora ou mais revolucionária. Posteriormente responda a pergunta: estou feliz com que estou fazendo? Gostaria de fazer outra coisa? Não esqueça de levar em consideração que achamos as coisas dos outros sempre melhores, o trabalho do outro melhor, a vida do outro melhor. Existe uma espécie de vitimização interna.

Mas uma coisa é certa, em todas as empresas teremos problemas, em todo o trabalho dificuldades, em todo o casamento discussão. Temos que ter claro que muitas vezes só trocamos de endereço. Agora, se estamos realmente insatisfeitos como nosso trabalho, temos uma busca pessoal que segue por outro caminho, aí temos que pensar na mudança.

Sugiro escrever tudo no papel quando a crise aparecer e fazer uma avaliação interna, com seu EU. Reparta o papel em dois, pontos emocionais e racionais. E divida esses dois pontos em positivo e negativo. Vá analisando, escrevendo, você verá que no final chegará em uma conclusão acertada.

E o lado racional? Esse me parece mais fácil de ser analisado, por que lidamos com informações e dados. Faça uma avaliação do mercado profissional que você atua, ou que quer atuar, há oportunidades? E você como profissional é competitivo nesse mercado? Está qualificado? No lado racional temos que analisar nossa situação financeira, as vantagens e desvantagens do ganho mensal que está tendo e que poderá ter.

Essa não é uma análise para se fazer em um dia, precisa-se de pesquisa e principalmente de uma conversa com seu próprio EU. Claro, não esqueça de incluir a sua família, ela é parte essencial na sua vida e deve ser incluída em seu planejamento. Uma dica: não tenha pressa, analise, pesquise, fale com os amigos, com profissionais, tente visualizar os cenários.

Se traduzirmos para o português, LifeStyle Design significa Projeto de Estilo de vida. Ou seja, você planejar como gostaria de viver, com que estilo. Isso vem bem de encontro à realidade de hoje em dia, que mudou completamente em relação ao passado. Antigamente, a pessoa entrava em uma empresa para passar a vida toda dentro dela, subir de postos lá dentro e sonhar com a aposentadoria, quando poderia realmente aproveitar a vida… Antigamente, fazer uma faculdade era sinônimo de garantia de futuro. Hoje nada disso funciona. Cursar uma faculdade é excelente, mas não garante nada, fazer uma carreira dentro de uma única empresa, quase impossível…

Hoje as pessoas são muito mais empreendedoras, possuem vários trabalhos, fazem diversas atividades. Muitos não tem horário fixo, trabalham em casa ou ainda são nômades digitais, trabalham no computador viajando pelo mundo. Ou seja, aquela estabilidade de um emprego para o resto da vida, está sumindo… Com exceção do funcionalismo público.

E é nesse cenário que o LifeStyle Design começa a ser importante para as pessoas. Porque essa insegurança pode trazer vários sintomas emocionais como ansiedade, medo, depressão e outros. Quando você planeja a sua vida, cria objetivos e metas, a jornada torna-se mais clara e faz mais sentido.

O LifeStyle Design não é apenas imaginar o que se quer fazer, sonhar como gostaria de viver. Quando falamos em Design estamos falando de um plano para resolver um problema, utilizando-se de estratégias e ferramentas para alcançar os objetivos. Então no LifeStyle Design definimos

a ideia de como gostaríamos que fosse nosso estilo de vida, com que gostaríamos de trabalhar, como gostaríamos de fazer isso, em que local e fazemos um planejamento estratégico para isso utilizando-se de ferramentas mercadológicas para alcançar o objetivo desejado.

O filósofo grego Platão viveu uma época esplendorosa na Grécia no século três antes de Cristo. Uma época de expansão do pensamento e da consciência. Quando os homens filosofavam nos quintais e tentavam desenvolver uma sociedade baseada na justiça e na beleza. Parece até ficção se depararmos com a degradação moral que se seguiu com o império romano  e as atrocidades da idade média.

Um dos textos mais famosos de Platão é o Mito da Caverna, que resumidamente fala sobre prisioneiros, presos desde seu nascimento, que vivem acorrentados numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede dos fundos onde são refletidas as sombras de quem passa em um caminho entre eles e a entrada dada caverna. Sombras de animais e de pessoas carregando coisas. Para os prisioneiros aquelas sombras são tudo que existe no mundo.

Em um certo momento, um dos prisioneiros consegue libertar-se das correntes e foge da caverna. Demora longo tempo para adaptar seus olhos e de repente começa a ter contato com o mundo exterior. Percebe que passou a vida toda vendo e analisando apenas imagens projetadas e que esse era o mundo real, com os seres de verdade, com cores e cheiros. Volta para a caverna para contar o que descobriu a seus colegas. No entanto, é ridicularizado ao relatar sua experiência, seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam na parede da caverna. Os prisioneiros o chamam de louco, ameaçando-o de morte caso não pare de falar daquelas ideias consideradas absurdas.

Muitas vezes penso que vivemos como os prisioneiros de Platão, apenas vendo sombras da realidade, apenas vendo o que o senso comum percebe, aquilo que querem que vejamos. Apenas vendo as necessidades primitivas, a saciedade dos instintos e o desejo imposto do consumismo. Sair da caverna, “sair da casinha” ver o mundo de outra forma não interessa aos donos do poder. Vivemos em um mundo superficial. Vivemos como prisioneiros acorrentados e só vemos o que nos mostram.

E o sistema é experiente em taxar de louco, visionário, charlatão, aquelas pessoas que se libertam das correntes e fogem para fora da caverna. Libertam-se e começam a ver a realidade, a entender o mundo e suas leis, a grandiosidade da vida, as engrenagens sobre-humanas do macrocosmo e do microcosmos. Harmonizam-se com as leis naturais, percebendo sua força, a que o homem está longe de dominar. E começam a perceber seu semelhante não como inimigo ou concorrente mas um ser na mesma luta evolutiva.

Não podemos ter medo de libertarmos das correntes da mesmice, das garras da ignorância, da moda do consumismo. Procuremos ver a realidade como ela é, aprofundando-nos no conhecimento e nos sentimentos. Não sigamos pela superfície das coisas, pelas imagens projetadas que nos fazem acreditar que é a vida. Que tal voltarmos a filosofar nos quintais e pensarmos na vida como ela é? E mesmo que nos chamem de louco, saberemos, lá no íntimo, que louco são os outros.

Algumas vezes nossa vida parece um dia cinzento, cheio de nuvens no céu com uma garoa fina e neblina. Um dia melancólico, nada inspirador. Sentimos um vazio dentro de nós e num instante depois, mergulhamos em uma depressão que nem sabemos o porquê. Mas se podermos ter uma certeza, essa certeza é que tudo tem uma causa, um início. E qual será o início das depressões, das dores?

Uma grande parte deles pela escolha de valores nada edificantes, valores que a sociedade consumista tenta passar e que estão longe daqueles que realmente valem a pena cultivar. O que vemos hoje é uma sociedade doente que prestigia valores egoístas como a fama, a riqueza, o poder. Valores esses que muitas vezes aprendemos desde pequeno com nossos pais e que os meios de comunicação, escola e sociedade em geral reforçam dia-a-dia.

E quanto pagamos de nossa vida, de nossa saúde para alcançar esses valores? Quanto tempo e energia vital são desperdiçados nessa busca por riqueza, fama e sucesso? Ao longo do caminho na busca por esses valores materialistas e egoístas, quantas vezes temos que passar por cima de outras pessoas? Quantas vezes temos que realizar coisas que nossa consciência sabe estar erradas? Esse é o início do vazio, dos dias cinzentos.

E não adianta ter todo o dinheiro do mundo, ser rico, virar personalidade e ser famoso; felicidade e contentamento não se compram. Não adianta ter todo o poder do mundo, ser reconhecido por seu intelecto, por suas conquistas materiais; a paz interior e o amor não provêm daí. Não adianta ser famoso para não se sentir solitário, aliás, a maioria dos famosos são solitários apesar de estarem cercados de gente.

Todos esses valores que aprendemos a buscar são vazios e egoístas e não trazem felicidade. As melhores coisas da vida são gratuitas, não se compram. O amor de um filho, a amizade da esposa, o sono tranquilo, a saúde do corpo e da mente, o canto dos pássaros, um banho de mar, um dia de sol.

Quando começarmos a trocar esses valores egoístas por valores solidários, valores que tem como objetivo o bem, o amor e a evolução espiritual, vemos desaparecer em nossa vida a solidão, a depressão e os dias cinzentos de chuva e neblina. O sol começará a aparecer aos poucos, entre as nuvens e logo o céu azul tomará conta do horizonte. Assim são as mudanças de valores, aos poucos tomamos consciência, no dia-a-dia com as pessoas mais próximas colocamos em prática.

Nem tudo em nossa vida é como desejamos. Podem acontecer vários fenômenos incluindo alguns que nos farão sofrer, fenômenos imprevistos que acontecem de repente e mudam o rumo de nossa vida. Mas em qualquer circunstância temos sempre o livre arbítrio para escolhermos qual será nossa reação.

Em qualquer situação sempre há duas, ou mais, opções para escolher. Se não conseguimos vislumbrá-las é por que não estamos com a serenidade necessária para ver, porque elas estão lá. E é muitas vezes essa possibilidade de opções que nos deixa em dúvida e nos faz irmos para caminhos tortuosos. Se houvesse apenas um caminho, apenas uma opção, a vida poderia ser mais fácil e mais segura.

A vida nos proporciona liberdade total para fazermos o que quisermos, para seguir em qualquer um dos caminhos escolhidos. É por causa disso que existem leis e normas humanas no campo jurídico, ético e religioso, que servem para balizar nossa conduta. Elas auxiliam em nossas escolhas, mostrando o que é certo e errado. Essas regras regulam principalmente as relações sociais, da vida do homem na sociedade, e variam de acordo com a época e os costumes.

Mas como saber qual o caminho a tomar quando as decisões se referem ao âmbito pessoal,  de ordem emocional? Na incerteza do que se deve fazer em uma circunstância, o justo é perguntar-se a si mesmo como desejariamos que os outros fizessem com nós. Essa é a lei da consciência, uma lei natural que está dentro de nós, bastando busca-la internamente.

Outra lei natural que devemos lembrar sempre em nossas decisões, é a lei da reciprocidade. Tudo que fizemos aos outros volta para nós, de uma forma ou de outra, nessa ou em outra vida. Dessa forma, se optarmos por decisões que levem o Amor em consideração,  com certeza o universo conspirará a nosso favor, ao nosso bem.

Assim, tendo consciência de nossa liberdade em escolher caminhos diversos, sabemos que nosso destino está em nossas mãos, que sempre, em qualquer situação, haverá uma ou mais opções para escolhermos. Perguntemos então, o que gostaríamos que fizessem conosco e façamos com amor. Se assim o fizermos, os caminhos abertos pela intensão do bem serão floridos pelo retorno natural do universo.