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Todo mundo um dia pensa em mudar de área de atuação, de emprego, de empresa. E não é somente uma vez na vida, para algumas pessoas são várias vezes, dezenas de vezes. O que é muito natural e saudável. Querer mudar para melhorar, para ganhar mais, para realizar sonhos é maravilhoso. Até porque não existe nenhum lugar ou empresa perfeitos. Simplesmente não existe. E todos, sejam empregados, colaboradores, chefes e diretores, um dia vão querer mudar suas vidas.

Mudar é maravilhoso, viver novas experiências, conhecer novas pessoas, buscar concretizar uma ideia. Existem muitas histórias de sucesso profissional a partir de mudanças, algumas radicais. Mas existem também histórias de decepção e fracasso. Como avaliar se a mudança será positiva ou não?

Há vários métodos, mas gosto de utilizar um bem simples: analisar a situação em duas áreas, a emocional e a racional.

Na emocional temos que levar em conta nossa personalidade, se mais cômoda ou se mais proativa, mais conservadora ou mais revolucionária. Posteriormente responda a pergunta: estou feliz com que estou fazendo? Gostaria de fazer outra coisa? Não esqueça de levar em consideração que achamos as coisas dos outros sempre melhores, o trabalho do outro melhor, a vida do outro melhor. Existe uma espécie de vitimização interna.

Mas uma coisa é certa, em todas as empresas teremos problemas, em todo o trabalho dificuldades, em todo o casamento discussão. Temos que ter claro que muitas vezes só trocamos de endereço. Agora, se estamos realmente insatisfeitos como nosso trabalho, temos uma busca pessoal que segue por outro caminho, aí temos que pensar na mudança.

Sugiro escrever tudo no papel quando a crise aparecer e fazer uma avaliação interna, com seu EU. Reparta o papel em dois, pontos emocionais e racionais. E divida esses dois pontos em positivo e negativo. Vá analisando, escrevendo, você verá que no final chegará em uma conclusão acertada.

E o lado racional? Esse me parece mais fácil de ser analisado, por que lidamos com informações e dados. Faça uma avaliação do mercado profissional que você atua, ou que quer atuar, há oportunidades? E você como profissional é competitivo nesse mercado? Está qualificado? No lado racional temos que analisar nossa situação financeira, as vantagens e desvantagens do ganho mensal que está tendo e que poderá ter.

Essa não é uma análise para se fazer em um dia, precisa-se de pesquisa e principalmente de uma conversa com seu próprio EU. Claro, não esqueça de incluir a sua família, ela é parte essencial na sua vida e deve ser incluída em seu planejamento. Uma dica: não tenha pressa, analise, pesquise, fale com os amigos, com profissionais, tente visualizar os cenários.

É muito comum reclamar dos outros. É muito comum ouvirmos alguém reclamar de outra pessoa. É muito comum nós reclamarmos de outra pessoa. Apontar os erros e defeitos dos outros é algo muito comum e usual no trabalho, em casa, nas redes sociais, nas conversas entre amigos.

Fazemos isso por que certas atitudes nos tocaram de alguma forma, nos fazem sofrer, nos deixam angustiados, diminuídos, ansiosos, inseguros… De alguma forma essas atitudes nos tocaram e nossa mente logo começa a analisar e criar pensamentos. Vem aquela vontade de falar, de transferir esses pensamentos, de desabafar, de reclamar do outro.

Psicologicamente dizem que o desabafo é necessário para manter o equilíbrio mental. Mas quando falamos mal de alguém, estramos prolongando uma ideia negativa em quem ouve. E esse desabafo, essa reclamação pode aliviar a sua mente momentaneamente, mas não irá apagar o sentimento de seus pensamentos.

Quando começamos a reclamar dos outros, a apontar seus defeitos, seus erros, suas faltas conosco entramos em uma vibração que nada contribui para resolver o problema. Entramos em um círculo de pensamentos que não nos leva a lugar algum. Nos deixamos dominar por emoções, ideias e opiniões originadas e criadas por nossos pensamentos. Criadas pelo nosso modo de ver o mundo, da nossa perspectiva de ver as atitudes dos outros.

Que tal nesse momento imaginarmos como esse outro nos vê. O que esse outro acha de nós, que erros e defeitos ele percebe em nós.

Ou melhor ainda, que tal percebermos quais são as nossas falhas, quais são nossos defeitos.

Vamos perceber, que temos muitos problemas, que temos muitos defeitos, que praticamos muitos erros. Que muito mais digno é tentarmos corrigir nossos erros e defeitos do que apontar os dos outros.

Então quando estamos muito chateados com alguém, naquele círculo vicioso de pensamentos críticos, analisando e apontando seus erros; o melhor a fazer é procurar o refúgio de nossa consciência.

Tomando consciência que aquilo são julgamentos pessoais, criados pelo nosso pensamento e originados apenas de um ponto de vista: o nosso.

Vamos tomar consciência que nós também possuímos muitos defeitos e cometemos muitos erros. Que mais importante que apontar os erros dos outros seria consertar os nossos.

E nisso mergulhamos em nosso íntimo.  Tomamos consciência de nosso ser, de nossa vida, de nosso momento presente. Essa consciência liberta, pelo menos por algum momento dos elementos tóxicos de nosso pensamento, emoção e sofrimento. Nos trazendo momentos de paz, tranquilidade e serenidade, junto com a vontade de mudança interior.

Isso é transmutar!!!!

Se traduzirmos para o português, LifeStyle Design significa Projeto de Estilo de vida. Ou seja, você planejar como gostaria de viver, com que estilo. Isso vem bem de encontro à realidade de hoje em dia, que mudou completamente em relação ao passado. Antigamente, a pessoa entrava em uma empresa para passar a vida toda dentro dela, subir de postos lá dentro e sonhar com a aposentadoria, quando poderia realmente aproveitar a vida… Antigamente, fazer uma faculdade era sinônimo de garantia de futuro. Hoje nada disso funciona. Cursar uma faculdade é excelente, mas não garante nada, fazer uma carreira dentro de uma única empresa, quase impossível…

Hoje as pessoas são muito mais empreendedoras, possuem vários trabalhos, fazem diversas atividades. Muitos não tem horário fixo, trabalham em casa ou ainda são nômades digitais, trabalham no computador viajando pelo mundo. Ou seja, aquela estabilidade de um emprego para o resto da vida, está sumindo… Com exceção do funcionalismo público.

E é nesse cenário que o LifeStyle Design começa a ser importante para as pessoas. Porque essa insegurança pode trazer vários sintomas emocionais como ansiedade, medo, depressão e outros. Quando você planeja a sua vida, cria objetivos e metas, a jornada torna-se mais clara e faz mais sentido.

O LifeStyle Design não é apenas imaginar o que se quer fazer, sonhar como gostaria de viver. Quando falamos em Design estamos falando de um plano para resolver um problema, utilizando-se de estratégias e ferramentas para alcançar os objetivos. Então no LifeStyle Design definimos

a ideia de como gostaríamos que fosse nosso estilo de vida, com que gostaríamos de trabalhar, como gostaríamos de fazer isso, em que local e fazemos um planejamento estratégico para isso utilizando-se de ferramentas mercadológicas para alcançar o objetivo desejado.